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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Salsinha

Que maravilha o poder da salsinha. E eu até hoje não aprendi a comer salsinha fresca. E faz tão bem, veja só:
Rica em vitamina C, vitamina B2, sódio, selênio, potássio e ferro. Tem propriedades antiinflamatória, digestiva e diurética, além de auxiliar no tratamento da hipertensão.
Suas folhas se parecem muito com outra erva: o coentro, ai, ai, que me perdoem os que gostam, mas, esse nem pensar que eu como. Odeio coentro :(

Por ser alcalina é considerada purificadora do sangue, reduzindo a formação de trombos. O indício de que a salsa poderia ter uma atividade de prevenção da trombose vem exatamente da sabedoria popular. É conhecido o ditado de que essa planta "afina" o sangue.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Erva cidreira


Que delícia esse chá! Perfumadíssimo! Há quem não goste dele por isso, mas, como pode? É muito saboroso! E deixa a gente calminho, calminho...
Seu nome científico: melissa officinalis.
Costuma ser confundida com capim limão pelo aroma e usos muitos semelhantes. A erva cidreira é originária do mediterrâneo, possui folhas ovaladas e serrilhadas e flores brancas ou rosadas. Já o capim limão, foi trazido para o Brasil no período colonial e tem folhas longas e afiladas sendo bem conhecido por nós.
A erva cidreira tem funções adstringentes, analgésicas, calmantes, digestivas e ajuda a combater a hipertensão.
Diz a lenda que a melissa recebeu este nome em homenagem à ninfa grega Mellona, protetora das abelhas. E a relação da planta com as abelhas é realmente muito interessante: na primavera, quando nascem várias rainhas numa mesma colméia, o enxame se divide em vários menores e cada um sai em busca de uma nova colméia. Como a melissa tem o poder de atrair as abelhas, povos antigos colocavam suas folhas frescas trituradas em colméias vazias para atrair os enxames que estavam migrando.

Viva o amor, viva a primavera, viva as abelhas e a melissa officinalis!!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Mini herbário

Uma delícia os perfumes das ervas no jardim. Ontem comprei uma mudinha de poejo de uma senhora na feira. Ela passou pelas barracas oferecendo seus remédios. Dava o nome das plantas como anador, novalgina, vick vaporubi, pode? Eu já tive poejo no meu jardim mas não durou muito. A hortelã também não gostou. Quem esteve lindo no jardim longo tempo foi o alecrim, mas, faleceu depois da invasão abençoada dos pés de maracujá _ já contei essa história por aqui...
Além dos aromas deliciosos e do poder de cura para vários males, as ervas enfeitam nosso cantinho, seja no beiral da janela, na cozinha ou no quintal( para sortudos que os tem hoje em dia!)
Aqui algumas informações sobre o alecrim, que estão no mini herbário, caixinha aberta contendo dez mini livros costurados com papel reciclado e artesanal que abrigam pequenas amostras de ervas e como disse um amigo do curso: um códice de temperos!




ALECRIM

Seu nome latino ros marinus significa o orvalho que vem do mar. Poético, não?
Originário da Europa central, tem sabor acentuado e deve ser usado com parcimônia em assados, aves e em especial, no assado de cordeiro.
É muito bom para os rins, equilibra a pressão arterial, alivia dores reumáticas e auxilia na digestão.
Noite dessas, no aniversário de uma amiga querida, preparei um drink de improviso: manga ubá, folhas frescas de hortelã, aguardente e um punhadinho de alecrim desidratado. Bati no liquidicador com bastante gelo e coloquei umas gotas de limão já nos copos a servir. Não restou uma gota...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

sobre o chá de jasmim

Pois então, fui procurar saber mais do chá de jasmim e encontrei:

O chá de jasmim é feito das folhas do chá verde misturadas com flores de jasmim frescas. É a bebida mais popular entre as pessoas mais velhas na Ilha de Okinawa no Japão, que raramente bebem o chá verde puro. Detalhe: Okinawa tem a maior concentração de idosos com mais de cem anos de idade no planeta. Há uma média de 34 pessoas centenárias para cada 100 mil habitantes.
Muitos estudos comprovam que essa bebida ajuda a reduzir as taxas de colesterol e há quem acredite que o chá de jasmim é ainda melhor para o organismo que o chá verde.
Que beleza!!
E tem mais:
Alivia o estresse;
Diminui a ansiedade, a tensão e a exaustão;
Combate os sintomas da depressão;
É calmante;
Auxilia no tratamento de conjuntivite e problemas da pele;
Atua na prevenção ao câncer (osso, pulmão e mama);
É excelente para combater dor de cabeça.
Mas nada sobre sua ação em problemas de indigestão...rs

Ah, costumo comprar saquinhos de jasmim (as florzinhas somente) no Mercado Central, no centro de Beagá.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

indigestão

Pois é, ando sofrendo de indigestão. A comida fica meio parada, demora a descer, pesa, dá uma lombeira e uma dor no peito estranha. E nem sou uma comilona. Gosto de comer, sim, mas, já não tenho o hábito de beliscar há algum tempo. Sempre gostei de biscoitos e há meses tenho evitado. Como poucos. Outro dia, comprei um pacote de casadinhos, lá de São Tiago, terra da festa dos biscoitos. Ainda não fui lá, mas, dizem que é muito bom. Os casadinhos estavam uma delícia e o pacote durou cinco dias.

Quando penso em indigestão, lembro dos chás. O chá de jasmim dizem ser digestivo. Acho-o lindo porque depois de colocada a água quente, as florzinhas se abrem. É uma imagem tão delicada...e tão cheirosa também...
Chá é uma gostosura, quentinho, numa xícara especial, um momento de relaxamento. Acho que aí a indigestão melhora mesmo, quando posso relaxar, respirar, ouvir o silêncio, sentir o cheirinho e o calor do chá. Dizem que beber chá é um ritual. Penso que sim. Comer também é rito. Só que na correria dos tempos de hoje, poucos sabem sentar à mesa e comer em paz, em silêncio, sentindo os sabores e perfumes da comida. Tem sempre que falar alguma coisa, até mesmo porque é nesse momento que se tem um tempinho livre pra conversar com o outro...No tempo da minha avó devia ser menos corrido, talvez da minha bisavó e as conversas aconteciam no alpendre da casa, após as refeições, digerindo palavras, libertando sorrisos.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

receita de doce de abóbora da vovó

Esta receita quem preparava era minha avó Juracy. Ficava tão bom... Geladinho então...Pra comer de colher, ai ai..
Está também no meu livro na primeira parte, das receitas de memória, é coisa de Vó e facílimo de fazer:

DOCE DE ABÓBORA COM COCO

Descasque uma abóbora tipo moranga, pique em pedaços grandes e cozinhe em água com uma colher de açúcar. Depois amasse toda a abóbora com garfo e coloque-a numa panela para cozinhar junto com uma xícara e meia de açúcar e um pacote pequeno de coco ralado. Vá mexendo bem. Cuidado para não se queimar! O doce espirra. Quando começar a soltar do fundo da panela, já está pronto. Acrescente alguns cravos da índia e mexa. Depois de frio, coloque em uma vasilha de vidro redonda, salpique canela em pó e leve para gelar.

Dou uma dica: A abóbora tipo moranga, de casca verde e grossa é bem difícil de partir. Daí que eu cozinho as metades e tiro a polpa com a colher. Facilita bastante.

Aqui em Minas os doces das boas quitandeiras são preparados em enormes e maravilhosos tachos de cobre. Vovó não tinha tacho e o doce era bom assim mesmo.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O rizoma chamado Gengibre

Semana passada fiquei rouca, muito rouca, até ficar sem voz num dia inteirinho. Não sou muito de remédios e tenho uma tendência a chás e remedinhos naturais. Começei tomando gotas de própolis (que é super amargo...), mel, chá de hortelã(a hortelã gosto de comprar fresca e deixo desidratar em saco de pão) coloquei mais alho na comida mas não tava adiantando. No jardim aqui de casa, que é um jardim suspenso já deu tomate, maracujá e tem uma laranjeira crescendo também. Do maracujá conto pra você depois que foi muito bacana, hoje quero mesmo é falar do gengibre, esta raiz, um rizoma que é hiperbenéfico pra saúde e me livrou da rouquidão. Colhi do meu jardim! Foi minha mãe que observou a flor daquela folhagem e eu nem tinha me dado conta, já nem lembrava de quando coloquei na terra um pedaço de gengibre, esperando que brotasse. E brotou. Foi fácil tirar da terra, já estava quase todo do lado de fora e bastou mexer um pouco pra ele sair inteirinho. Taí a foto dele. Gente, acho tão bacana quando posso colher algo do meu jardim! Bom, depois dei uma boa lavada e fiz primeiro um chá, que é perfumadíssimo! Depois fui comendo pequenos pedaços durante dois dias seguidos. Curei minha rouquidão!



Veja a quantidade de benefícios do gengibre: é anti-inflamatório, antioxidante, ajuda a tratar enjôos, combater infecções, prevenir doenças cardiovasculares, é auxiliar no emagrecimento, para tratar flatulências e impedir a formação de gases.
Bom para combater constipações e resfriados: Ferver 2 pedaços de raiz fresca de gengibre, durante 10 minutos e adoçe com mel.
As propriedades estimulantes do gengibre devem-se à vitamina B3, B6 que alivia sintomas de tensão pré-menstrual e a vitamina C que ajuda a proteger as gengivas e a defender o organismo dos radicais livres.
Quer mais?

O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdomem, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais.

De sabor picante, pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave. Gengibre é quem dá um sabor especial e aquece a bebida das festas juninas, o delicioso quentão:



Ingredientes:

600 ml de cachaça
600 ml de água
Cascas de duas laranjas
Cascas de um limão
50 gramas de gengibre ralado ou em pedaços pequenos
Cravo da Índia a gosto
Canela em pau a gosto
1 maçã cortada em cubinhos

Modo de preparar:

Em uma panela grande coloque o açúcar, as cascas de laranja e limão e o gengibre.
Quando o açúcar estiver derretendo adicione a cachaça e a água, deixando cozinhar por mais ou menos 25 minutos em fogo médio. Coloque os cravos da índia e a canela em pau e deixe no fogo baixo. Em seguida, coe e coloque os pedacinhos de maçã. Mantenha em fogo baixo após o preparo.

Sucesso absoluto nas barraquinhas!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O aromático molho pesto


A minha primeira e bem sucedida tentativa de preparar o molho pesto teve duas inspirações poéticas: um pequeno livro e pés de manjericão.
Estava eu em Ouro Branco, no festival de inverno, ministrando a oficina de memória culinária. Foram cinco dias de muitas receitas e literaturas. A turma foi pequena mas extremamente envolvida na elaboração de gostosuras poéticas e gastronômicas.
O local de nossos encontros ficava numa praça de eventos da cidade. E a maravilha maior: toda a praça era rodeada por pés de manjericão e ventava bastante, daí que os ventos cheiravam a manjericão, pode coisa mais gostosa? O pequeno livro é: Cartas culinárias - papel manteiga para embrulhar segredos, de Cristiane Lisboa. Um pequeno notável que a gente lê(devora) rapidamente não fosse a vontade que dá em ir pra cozinha e preparar as cartas/receitas culinárias.


Na chamada Riviera dei Fiori, no noroeste da Itália, são cultivadas várias espécies de flores e ervas aromáticas, é dessas encostas pedregosas da Ligúria, a tradicional receita de Pesto, o molho pesto genovês. Preparada com Il basilico genovese, o manjericão, a grande erva do rei. Ei-la:

Pesto Alla Genovese

Ingredientes:

500 gramas de massa - 4 xícaras de folha de manjericão fresco - 1 xícara de queijo Pecorino ralado - ½ xícara de Pinoli (pinhões italianos), pode ser também com nozes - 2 batatas cortadas em cubos - 4 dentes de alho - 2 xícaras de azeite extra-virgem - sal grosso a gosto - 500 gramas de vagem fresca cortada em pedaços de cerca de 2 cm - pimenta do reino a gosto.

Modo de Preparo:

Na Ligúria, a preparação do molho Pesto, embora aparentemente simples, é considerada um ritual. É necessário um morteiro de mármore, de nome mortaio e um socador de madeira. Colocam-se as folhas com o sal, para manter sua coloração verde e vai-se socando, adicionando os pinhões e uma parte do queijo, juntamente com o azeite, gradativamente até tornar-se um molho verde-escuro, denso e perfumado. Faltando estes utensílios, e por falta de tempo, poderá ser feito no liquidificador, o que prejudica levemente o sabor.
Cozinhar a massa al dente junto com as batatas e a vagem. Escorrer, deixando um pouco de água do cozimento. Juntar com o molho, condimentar com o restante do queijo Pecorino e temperar com pimenta do reino a gosto.



Uma curiosidade deliciosa: Na Ligúria existe um campeonato de Pesto, que acontece em um palácio construído no século XIII. A primeira eliminatória para o próximo Al Mortaio que acontecerá em 2010 foi realizada no mês passado, em Marselha, na França.
Podem participar pessoas de todo o mundo, sendo 50% da Ligúria, 35% do resto da Itália e 15% de outros países. Vale conferir o site com fotos do campeonato de 2008: www.pestochampionship.it.

terça-feira, 21 de abril de 2009

manjericão ou alfavaca?

Os dois. São a mesma erva. Tinha ficado incomodada com a afirmativa de uma amiga que aquele pé maravilhoso de manjericão no jardim da casa juntinho do alecrim, da salsinha e da lavanda, não era manjericão e sim, alfavaca.
Pensei: meu deus, quando fiz meu primeiro molho pesto, lá em Ouro Branco na praça de eventos que é rodeada por pés idênticos a este que estou vendo aqui, era de alfavaca? Olhava para aquele vaso de vidro que ela ajeitou cuidadosamente deixando enfeitar a mesa e perfumar o ambiente com as folhas iguaizinhas do manjericão e pensava: alfavaca? Quando cheguei em casa fui consultar, peguei meu livro: Memória Culinária: Coisa de Vó, que tem sua parte em curiosidades sobre ervas e encontrei:
Manjericão
Denominada erva dos reis na Grécia Antiga. Suas flores são pequeninas e lilases e as folhas ovaladas. Tem sabor suave e picante. Seu nome científico é Ocimum basilicum e também conhecido como alfavaca ou alfavaca cheirosa. :) Em francês chama-se basilic, em espanhol, albahaca e em italiano, basilico. É o principal componente do molho pesto... Seu chá também é utilizado em casos de problemas digestivos e é uma planta de fácil cultivo em vasos e jardins.
A memória prega umas na gente, não é mesmo? Pesquisei sobre algumas ervas quando estava preparando o livro, em 2005, fiz minhas anotações, escrevi sobre, editei e esqueci.
Taí mais um registro pra não esquecer e apreciar ainda mais o uso desta erva aromática, que possui propriedades analgésica, anti-séptica, calmante e diurética!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um pouquinho de poesia...

Texto da Maria Esther Maciel, O livro de Zenóbia.

O vigor oculto de uma fruta delicada se dá a ver no suco de jabuticaba. Uma vez na boca, parece que nos rapta a alma. Mas nada como um refresco de melão com melissa para acalmar as lágrimas. E para incitar a lascívia, um néctar de pêssego com um toque de gengibre em lascas. Aliás, dos afrodisíacos, nada tão incisivo quanto da flor do absinto. Para se tomar em doses mínimas, nas noites de quinta ou nas tardes de domingo. Ainda sugiro, no caso de alergias, um suco de maçã com camomila, duas ou três vezes ao dia. E uma última dica: ao tomar uma xícara de café com cardamomo, deixe que sua boca delire.

Ervas nos sucos, delírio puro e cura na certa, para o corpo e para a alma.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Andanças pelo Mercado Central

No domingo que passou precisei atender uma cliente e levar algumas peças na loja dela que fica no Mercado Central. O que não me incomodou nem um pouco. Domingão no Mercado Central é um programa muito agradável pra quem, como eu, gosta de passear pelas inúmeras bancas de frutas, flores, hortaliças e legumes. As lojas de peixes ornamentais, as de biscoitos, de doces e queijos. Aquelas lindíssimas de pimentas, a mistura de cores é bárbara. Os vidros tem formas diversas pra todos os gostos e tamanhos de família! Fora os barzinhos famosos pela cerveja gelada e fígado de boi acebolado com jiló na chapa.
Dani me deixou lá antes das dez da manhã. Tomei um bom café com pão de queijo quentinho e fui pra loja da Clarice, minha jovem cliente. Peças entregues, beijinhos de boas vendas e segui passeando pelo Mercado. Provei queijos de Araxá, do Serro, parei pra observar peixinhos, comprei meu cigarro de palha preferido, fui naquela parte de artesanatos ma-ra-vi-lho-sa que tem de tudo um pouco, experimentei um par das antigas alpargatas, aquelas de tecido e solado em corda, mas não levei. Combinava comigo há vinte anos atrás, quando usava batinhas indianas e jeans surrado. Me poupei de ver os bichos. Saio de lá meio chateada, aquelas carinhas lindas e choronas de cães e gatos que adoram um afago, pedindo pra sair daquelas gaiolas me incomodam. Antigamente, quando morava ali na rua rio de janeiro, ia ao Mercado só para vê-los, carinhando cada cabecinha peluda que se entregava aos meus dedos entre grades. Ô dó.
Fui a banca Santo Antônio, que tem muitos, muitos temperos e ervas especiais e são de lá as ervas que costuro nos meus livros. Valia uma foto, mas, fui sem câmera...Comprei alho em flocos e gengibre em pó. Que cheiro bom! Caminhando um pouco mais passei em frente ao Restaurante Casa cheia. Ali comi uma vez a carne de porco com ora-pro-nobis mais gostosa da minha vida! Foi no fechamento da disciplina com a Sabrina, os lugares da comida na literatura. Costuma dar filas de espera na hora do almoço e o cheiro bom de comida já estava pelos corredores. Por falar em almoço, já passava da hora de ir pra casa e preparar um almocinho de domingo e dali fui buscando a saída, me perco sempre dentro do mercado, dificilmente entro por uma porta e saio pela mesma, são tantas entradas que confundo tudo. Sem maiores problemas, aproveito a confusão e me divirto um pouco mais lá dentro. Parei na banca de abacaxi no palito e melancia gelada. Saboreei uma fatia e levei o abacaxi pro meu filho. Já do lado de fora, avistei um banner que dizia: Mercado Central 80 anos! Parabéns, Mercado Central, você é o nosso presente!

Ontem fui à feira

registros meus - 2014 - largo vernetti Ontem fui à feira.  Este texto foi escrito em 2014 quando eu ainda vivia em Pelotas e estava guar...