Pois é, na semana passada eu fazia meus filhotes primogênitos, agora estou na produção de pequenas receitas em mini livros. Estão ficando uma graça! E alguns vem acompanhados dos prendedores. Tem receitinhas enroladas, receitinhas em caixinha, com ímãs pra geladeira, Um charminho! Tem também um mini herbário em livretos. São dez ervas com diversas informações sobre elas em livrinhos de papel artesanal com folhas de alecrim feito por um colega do curso; Magno Santos. Os dez livrinhos vem em um caixotinho de madeira.
Preparei um pequeno estoque para o lançamento na 20a. Feira Nacional de Artesanato que acontecerá no Expominas nesta semana, de 24 a 29 de novembro.
Estaremos no stand 88 do sebrae minas, na rua D. É a nossa primeira mostra dos produtos que criamos no curso de capacitação do sebrae. Estamos ansiosos e felizes com a empreitada. Sucesso pra todos nós! Quem gosta de muita arte e artesanato não pode perder esta feira. É linda! Uma tentação para todos os tipos de bolsos e gostos.
Este blog surgiu do desejo de partilhar memórias em torno da culinária, temperadas com literatura e outras artes. Inspirado na feitura do livro artesanal: Memória Culinária: Coisa de Vó, escrito e editado por Junelise Pequeno Martino, essa que vos escreve agora. E, se tiveres gana de me escrever: memoriaculinaria@gmail.com
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
cosendo livros
Gente, ando cheinha de costura... Literalmente. Na verdade, pintando, cortando, costurando. Esses dias estou as voltas com mais uma fornada do meu livro. E aí é impressão das capas em gráfica rápida, compra de papéis em distribuidora, corte dos papéis na universidade; este mês quem me salvou foi o pessoal da imprensa, dei a maior sorte; o rapaz da gráfica da associação estava de saída e sem hora pra voltar e nós tínhamos combinado um horário, fiquei chateada mas, lembrei da imprensa - cheguei a cortar muito papel com eles nos primeiros anos do livro - máquina digital, rápido e perfeito. Depois segui trabalhando com o rapaz da associação, porque as provas do vestibular feitas na imprensa impedem que eles nos atendam, ninguém pode entrar lá. Segurança total. Desta vez, como disse, dei sorte, as provas estavam secando e ficam guardadas no cofre. Me atenderam com muito boa vontade. Muito obrigada! Depois, é a fase da impressão, ai, ai... Dá um trabalhinho e algumas dores de cabeça quando a impressora começar a falhar, a tinta começa a vazar, manchar o papel especial, enfim, coisas que acontecem quando se tem que fazer tudo. ADORARIA encontrar uma editora bacana pra bancar o meu livro. Tenho tantas outras histórias e receitas pra contar...tantas memórias boas desse convívio em torno da mesa que daria um outro livro com certeza.
Voltemos a produção independente: Impressão feita, hora de dobrar as páginas com as memórias _ é, elas ficam guardadinhas, quando vc quiser partilhar comigo, tirar um tempinho, ou naquele momento em que a torta foi pro forno, basta abrir a página e ler a história, a memória da receita.
Um outro momento delicioso de fazer os livros: as ervas. Fui ao mercado central, direto na banca santo antônio onde encontro aquela variedade imensa de temperos. A-do-ro! Saio de lá feliz carregando aqueles aromas pra casa. Vai dando uma vontade enorme de cozinhar, pena que o tempo não está sobrando pra caprichar na cozinha... Tô no trivial básico, arroz, feijão, carne cozida, frango assado, macarronada; a de hoje ficou ótima!


Ontem, fui pra casa de minha mãe costurar as páginas aromáticas. É tão gostoso... e vai ficando tão lindo! A máquina da mamãe é moderna, ágil, me facilita muito o trabalho e em sete, oito horas consigo costurar todas para fazer dez livros. Páginas costuradas, dobradas e impressas, é hora de montar o miolo. Vou fazendo os montinhos e depois é só levar na Cau da Frente e Verso pra encadernar. Imagino que eles estarão prontinhos na semana que vem!
Quem quiser um exemplar pode encomendar, envio por sedex pra todo brasil, ok?
Bjus.
Voltemos a produção independente: Impressão feita, hora de dobrar as páginas com as memórias _ é, elas ficam guardadinhas, quando vc quiser partilhar comigo, tirar um tempinho, ou naquele momento em que a torta foi pro forno, basta abrir a página e ler a história, a memória da receita.
Um outro momento delicioso de fazer os livros: as ervas. Fui ao mercado central, direto na banca santo antônio onde encontro aquela variedade imensa de temperos. A-do-ro! Saio de lá feliz carregando aqueles aromas pra casa. Vai dando uma vontade enorme de cozinhar, pena que o tempo não está sobrando pra caprichar na cozinha... Tô no trivial básico, arroz, feijão, carne cozida, frango assado, macarronada; a de hoje ficou ótima!
Ontem, fui pra casa de minha mãe costurar as páginas aromáticas. É tão gostoso... e vai ficando tão lindo! A máquina da mamãe é moderna, ágil, me facilita muito o trabalho e em sete, oito horas consigo costurar todas para fazer dez livros. Páginas costuradas, dobradas e impressas, é hora de montar o miolo. Vou fazendo os montinhos e depois é só levar na Cau da Frente e Verso pra encadernar. Imagino que eles estarão prontinhos na semana que vem!
Quem quiser um exemplar pode encomendar, envio por sedex pra todo brasil, ok?
Bjus.
domingo, 25 de outubro de 2009
Receitinha fácil, rápida e saborosa
Na cozinha sou do tipo prática. Gosto muito de pratos únicos e daí que massas e molhos são a minha praia! É claro que uma massa fresca tem seu lugar, mas, na minha cozinha atualmente as de saquinho prontinhas é que entram. Faço um spaguetti integral com carne de soja que fica divino. Dou a receita depois, hoje, trago pra vocês um torterelli recheado com espinafre e ricota(comprei no verdemar) com molho de carne moída. E mais: feito na panela de pressão, só leva 40 minutos, desde a cebola dourando na panela até sair borbulhando pra um belo refratário e ser servido!
Você vai precisar de:
600g de carne moída de boi(comprei chã de fora)
1 cebola roxa média cortada em cubinhos
1 tablete de caldo de carne
1 lata de creme de leite
1 lata de molho pronto de tomate
1 pacote de massa pronta(comprei o torterelli mas pode ser ravioli ou parafuso)
1 colher de sopa de óleo de girassol para dourar a cebola
1 colher de massa de alho e sal
temperinhos diversos a seu gosto
Como preparar:
Aqueça o óleo na panela de pressão, coloque a cebola em cubinhos e mexa aos poucos. Acrescente o alho e sal. Coloque uma caneca com 300ml de água para ferver. Coloque a carne moída e vá misturando. Junte o tablete de caldo de carne e depois da carne cozida, acrescente o molho pronto, os temperinhos, a massa e o creme de leite. Coloque a água fervendo, mexa um pouco e tampe a panela de pressão. Marque 15 minutos da hora que a pressão começar e desligue o fogo. Aguarde a pressão do ar sair e estará prontinho! Serve quatro a cinco pessoas. Sirva com um vinho tinto de sua preferência.
Bjus e Bom apetite!
Ah, aqueles que não comem carne vermelha podem utilizar cubinhos de peito de frango.
Você vai precisar de:
600g de carne moída de boi(comprei chã de fora)
1 cebola roxa média cortada em cubinhos
1 tablete de caldo de carne
1 lata de creme de leite
1 lata de molho pronto de tomate
1 pacote de massa pronta(comprei o torterelli mas pode ser ravioli ou parafuso)
1 colher de sopa de óleo de girassol para dourar a cebola
1 colher de massa de alho e sal
temperinhos diversos a seu gosto
Como preparar:
Aqueça o óleo na panela de pressão, coloque a cebola em cubinhos e mexa aos poucos. Acrescente o alho e sal. Coloque uma caneca com 300ml de água para ferver. Coloque a carne moída e vá misturando. Junte o tablete de caldo de carne e depois da carne cozida, acrescente o molho pronto, os temperinhos, a massa e o creme de leite. Coloque a água fervendo, mexa um pouco e tampe a panela de pressão. Marque 15 minutos da hora que a pressão começar e desligue o fogo. Aguarde a pressão do ar sair e estará prontinho! Serve quatro a cinco pessoas. Sirva com um vinho tinto de sua preferência.
Bjus e Bom apetite!
Ah, aqueles que não comem carne vermelha podem utilizar cubinhos de peito de frango.
sábado, 17 de outubro de 2009
Os prendedores e o livro
Pois é, dentro deste curso que está quase terminando, de nome PSA - Programa Sebrae de Artesanato, estamos nos exercitando com as técnicas de produção artesanal que conhecemos e já estão surgindo novos produtos. Cada artesão foi dominando o seu percurso, criando um novo caminho. O meu ficou meio embaralhado, é que além da proposta de trabalhar com os resíduos de prendedores e os retalhos de mdf (que são queimados por muito marceneiros, inclusive o que me fornece peças...) levei também o meu livro de memória culinária. Deu uma embananada... Fiz os primeiros exercícios com os prendedores, elaborando composições que adorei fazer. Depois, com a orientação da consultora, joguei-os para o alto, com arame e cordões e me diverti muuiito. Achei um barato criar aquilo tudo, totalmente diferente do que faço; pintura de flores e poás em caixas e outros trecos. Dá uma olhada, isso é só um pouco da história:

Daí começei a ficar meio fora do ar, é que a minha técnica mesmo, de pintura em relevo, já não existia ali. Quase desanimei, mas, uma boa conversa com a nossa des-orientadora me trouxe junto ao meu livro, as receitinhas de vó, as memórias, os temperos, a literatura. Das aparas de papel que restam do livro anotei uma receitinha rápida e ela enrolou e enfiou num prendedor e disse; isso aqui é ótimo! Bom, esse foi só o começo e conto mais depois.
Daí começei a ficar meio fora do ar, é que a minha técnica mesmo, de pintura em relevo, já não existia ali. Quase desanimei, mas, uma boa conversa com a nossa des-orientadora me trouxe junto ao meu livro, as receitinhas de vó, as memórias, os temperos, a literatura. Das aparas de papel que restam do livro anotei uma receitinha rápida e ela enrolou e enfiou num prendedor e disse; isso aqui é ótimo! Bom, esse foi só o começo e conto mais depois.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Os prendedores
Com os prendedores selecionados um a um, mamãe _olha ela aí, esta foto não é recente mas o sorriso continua o mesmo!_ pinta os fechatreco, os dipindurá e os portarecadim, que tem um ímã para colocar na geladeira ou em painéis de fotos. O fechatreco sugerimos utilizar na cozinha para fechar pacotes de biscoitos, açúcar, macarrão, etc. Os dipindurá são decoradinhos para as roupas no varal ou em cabides para aquelas peças que teimam em cair.
Com os prendedores que ficam fora da pintura, os descartados, que vem de fábrica com algum defeito(e são muitos, cerca de 15% da caixa fechada),tenho feito coisas, estou tentando criar outras peças com os resíduos de mdf e dos prendedores. Os exercícios iniciais ficaram muito bacanas. Dá só uma olhada nessas composições:
Estou adorando tudo isso! e depois mostro mais. Bjus
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
COISDIVÓ
Olá! Ando com saudade mas o tempo tá curto pra escrever. Tenho feito tanta coisa que não dou conta. Esses dias participei de um evento voltado para lojistas: O Salão do Artesanato na Serraria Souza Pinto aqui em Beagá. Lá lançamos a linha nova do ateliê: Coisdivó. Nossos prendedores de roupa decorados e cabidinhos delicados para organizar bijuterias.
A decisão de participar foi tão de supetão que não deu tempo nem de divulgar. E foi um fiasco. Fiquei bem chateada com tanto trabalho corrido e quase nada em resultados. Poucos lojistas visitanto, nada de pedidos, vendas pequenas. Dividi o stand com um amigo, Ernesto _ o da torta de couve-flor_ poeta que faz mandalas em cerâmica. Nosso stand ficou gracioso (apesar daquela malha verde em volta...)e em harmonia com as cores dos prendedores e a terracota da cerâmica. Olha ele aí:

Dos poucos, havia lojistas locais, nacionais e internacionais que questionavam o preço dos produtos, e, euzinha, nunca exportei. Já tive compradores diretos, que levaram peças nossas pra Holanda e para a Espanha e só. O perfil que eles(falo desses compradores que vieram) buscam de artesanato está um pouco distante do trabalho atual que fazemos no ateliê. Preferem peças com design diferenciado, que utilizam recursos naturais; fibras, madeiras, materiais reciclados e de preferência que sejam produzidos por associações envolvendo um trabalho social, que geram melhorias de vida pra alguma comunidade, algo assim; Economicamente viável, ecologicamente correto e (deu um branco da palavra...)...sustentável. Ainda chego lá...:)
Pra quem faz esse tipo de trabalho, a feira foi um pouco melhor, mas num geral, não foi boa não. Uma pena, porque estava muito bonita, com boas opções de compra para lojistas de todos os gostos e bolsos.
Bem, não dá pra acertar sempre, né mesm? Feira é isso, um risco que temos que correr e tem mais: a gente aprende muito, com os vizinhos de stand, conhecendo outros trabalhos, negociando novos parceiros, estando atentos às falas dos visitantes, enfim, na verdade é esse o lucro, o de experenciar.
Uma coisa deu pra perceber, o nome Coisdivó agradou bastante. As pessoas que passavam, liam e reliam e falavam em voz alta: COISDIVÓ. Adorei! Se não vendi o que pretendia, ao menos acertei no nome da marca!
E três vivas pra dar sorte: VIVA, VIVA, VIVA!!!
A decisão de participar foi tão de supetão que não deu tempo nem de divulgar. E foi um fiasco. Fiquei bem chateada com tanto trabalho corrido e quase nada em resultados. Poucos lojistas visitanto, nada de pedidos, vendas pequenas. Dividi o stand com um amigo, Ernesto _ o da torta de couve-flor_ poeta que faz mandalas em cerâmica. Nosso stand ficou gracioso (apesar daquela malha verde em volta...)e em harmonia com as cores dos prendedores e a terracota da cerâmica. Olha ele aí:
Dos poucos, havia lojistas locais, nacionais e internacionais que questionavam o preço dos produtos, e, euzinha, nunca exportei. Já tive compradores diretos, que levaram peças nossas pra Holanda e para a Espanha e só. O perfil que eles(falo desses compradores que vieram) buscam de artesanato está um pouco distante do trabalho atual que fazemos no ateliê. Preferem peças com design diferenciado, que utilizam recursos naturais; fibras, madeiras, materiais reciclados e de preferência que sejam produzidos por associações envolvendo um trabalho social, que geram melhorias de vida pra alguma comunidade, algo assim; Economicamente viável, ecologicamente correto e (deu um branco da palavra...)...sustentável. Ainda chego lá...:)
Pra quem faz esse tipo de trabalho, a feira foi um pouco melhor, mas num geral, não foi boa não. Uma pena, porque estava muito bonita, com boas opções de compra para lojistas de todos os gostos e bolsos.
Bem, não dá pra acertar sempre, né mesm? Feira é isso, um risco que temos que correr e tem mais: a gente aprende muito, com os vizinhos de stand, conhecendo outros trabalhos, negociando novos parceiros, estando atentos às falas dos visitantes, enfim, na verdade é esse o lucro, o de experenciar.
Uma coisa deu pra perceber, o nome Coisdivó agradou bastante. As pessoas que passavam, liam e reliam e falavam em voz alta: COISDIVÓ. Adorei! Se não vendi o que pretendia, ao menos acertei no nome da marca!
E três vivas pra dar sorte: VIVA, VIVA, VIVA!!!
sábado, 26 de setembro de 2009
tesouros
Quando tesouros são receitas, eles são menos claros, menos distintivamente lembrados do que quando são objetos tangíveis. No entanto evocam um sentimento tão vívido _ quer dizer, para alguns de nós, que consideram a cozinha uma arte, para nós que achamos que um modo de cozinhar pode produzir algo similar a uma emoção estética. Que mais se pode dizer?
Esta citação retirei do livro: O livro de cozinha de Alice B. Toklas. Um livro com memórias de Gertrude Stein e Alice B. Toklas sua companheira por longos anos e uma cozinheira de mão cheia. Conheci este livro durante minha pesquisa para a monografia e me encantei. Ele é famoso pela receita de bolo de haxixe, que deu muita confusão na época e traz divertidas histórias entremeadas às mais de trezentas receitas.
Vale a leitura.
Esta citação retirei do livro: O livro de cozinha de Alice B. Toklas. Um livro com memórias de Gertrude Stein e Alice B. Toklas sua companheira por longos anos e uma cozinheira de mão cheia. Conheci este livro durante minha pesquisa para a monografia e me encantei. Ele é famoso pela receita de bolo de haxixe, que deu muita confusão na época e traz divertidas histórias entremeadas às mais de trezentas receitas.
Vale a leitura.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Torta de couve flor do Ernesto
Meus queridos, peço desculpas pelo pequeno sumiço. É que estou as voltas com um curso de desenvolvimento e gestão de negócios em torno do artesanato e daí que o tempo livre que já era escasso, escafedeu-se de vez.
Neste curso fiz novos amigos, artesãos e artistas talentosos, gente que tem dificuldades com o artesanato muito parecidas com as minhas, um gosto pela arte e nossas afeições rolaram rapidamente. É um grupo super especial. Nossas conversas e práticas em torno da arte, do artesanato e do design tem gerado novidades em produtos bacanérrimos. Estou muito feliz em conhecer essa turma e é claro, rolam receitinhas também.
Essa que vos escrevo hoje provei um último naco tirado de uma vasilhinha levada ao nosso passeio pelo Inhotim. Uma leve gostosura. Foi uma tarde divertida e proveitosa. Aquele lugar é mesmo maravilhoso. A receita do lanche é de Ernesto, artista das palavras e da cerâmica e pelo visto, da culinária também!
Segue aí:
Torta de couve flor
Ingredientes:
1/4 de couve-flor bem bonita picada, cozida
e logo depois resfriada dando um choque térmico
para parar o cozimento.
3 ovos
1/2 xícara de óleo
1 xícara e meia de leite
9 colheres bem cheias de farinha de trigo
1 colher de margarina
1 colher de sopa não cheia de fermento em pó
1/2 xícara de parmesão ralado
1/2 cebola média ralada
orégano a gosto
cebolinha picadinha
e outras ervinhas que você gostar
Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador
ou batedeira, menos a couve flor que você irá
colocar cuidadosamente depois.
Deixar as ervinhas frescas por último.
Coloque em tabuleiro untado e asse em forno médio
por 30 minutos.
Ah, por cima, coloque fatias finas de queijo minas.
Você pode variar utilizando outros legumes.
Neste curso fiz novos amigos, artesãos e artistas talentosos, gente que tem dificuldades com o artesanato muito parecidas com as minhas, um gosto pela arte e nossas afeições rolaram rapidamente. É um grupo super especial. Nossas conversas e práticas em torno da arte, do artesanato e do design tem gerado novidades em produtos bacanérrimos. Estou muito feliz em conhecer essa turma e é claro, rolam receitinhas também.
Essa que vos escrevo hoje provei um último naco tirado de uma vasilhinha levada ao nosso passeio pelo Inhotim. Uma leve gostosura. Foi uma tarde divertida e proveitosa. Aquele lugar é mesmo maravilhoso. A receita do lanche é de Ernesto, artista das palavras e da cerâmica e pelo visto, da culinária também!
Segue aí:
Torta de couve flor
Ingredientes:
1/4 de couve-flor bem bonita picada, cozida
e logo depois resfriada dando um choque térmico
para parar o cozimento.
3 ovos
1/2 xícara de óleo
1 xícara e meia de leite
9 colheres bem cheias de farinha de trigo
1 colher de margarina
1 colher de sopa não cheia de fermento em pó
1/2 xícara de parmesão ralado
1/2 cebola média ralada
orégano a gosto
cebolinha picadinha
e outras ervinhas que você gostar
Modo de fazer:
Bater todos os ingredientes no liquidificador
ou batedeira, menos a couve flor que você irá
colocar cuidadosamente depois.
Deixar as ervinhas frescas por último.
Coloque em tabuleiro untado e asse em forno médio
por 30 minutos.
Ah, por cima, coloque fatias finas de queijo minas.
Você pode variar utilizando outros legumes.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Corpos subjetivos em espaços móveis
Estréia hoje a instalação performática do Grupo Zona de Interferência. Dani, meu companheiro há quase sete anos faz parte do grupo. Gosto das propostas do Zona e o último espetáculo: De quem é meu espaço foi muuiito bom! Este será também. Vale conferir pra quem é de Beagá. Deixo o release com maiores informações:
O Grupo Zona de Interferência estréia dia 11 de setembro o trabalho Corpos Subjetivos em Espaços Móveis, que questiona a forma como nos relacionamos com os espaços públicos e privados.
O grupo, fundado em 2006, utiliza-se de técnicas da performance, dança, teatro e vídeo, para construir uma reflexão sobre modos de vida na sociedade contemporânea.
As apresentações acontecerão no Centro Cultural da UFMG, Av. Santos Dumont 174, nos dias 11, 12, 13, 18, 19 e 20 de setembro, sextas às 20 horas. Sábados e domingos às 19 horas. Os ingressos custam R$ 8,00 a inteira e R$ 4,00 a meia. Alunos do Programa Arena da Cultura e dos Projetos Sociais da Prefeitura pagam apenas R$ 2,00.
Maiores Informações pelos telefones 3409-1090 ou 8833-1377.
sábado, 5 de setembro de 2009
a Torta de cebola
Esta receita minha mãe fazia nas festas de fim de ano lá em casa, digo, apartamento. Nesta época, morávamos bem no centro de Belo Horizonte. Em frente ao shopping cidade(ali, havia um grande estacionamento), no edifício Senhora do Carmo. Nasci e cresci em apartamento. Deve ser por isso que gosto tanto de casas. Hoje me considero uma privilegiada em morar num apartamento com área privativa e jardim.
As festas lá em casa eram ótimas porque éramos, eu, mamãe e vovó e quando os tios vinham com as famílias, a nossa casa era só alegria!
Esta receita de Torta de cebola é uma delícia, lembra uma pizza e é facil de preparar:
Torta de Cebola
Massa:
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de óleo
leite para amolecer a massa
Misturar os ingredientes com as pontas dos dedos e amolecer com leite até o ponto de abrir a massa com um rolo.
Recheio:
1 cebola grande picada em rodelas finas
1 colher de manteiga para dourar a cebola
Molho Branco:
Torrar duas colheres de farinha de trigo em uma colher de manteiga e acrescentar aos poucos meio litro de leite. Depois, dissolver uma gema no creme e colocar um pires de queijo parmesão ralado. Se gostar, acrescente salsa e cebolinha picadinhas.
Como armar a torta:
Abrir a massa em uma forma untada e por cima da massa colocar a cebola dourada e o molho branco por cima. Salpicar queijo ralado, o cheiro verde a gosto e uns pedacinhos de manteiga por cima.
Coloque em forno médio e assse por 30, 40 minutos.
Muito bom!!
Quando eu comia desta torta, não gostava das cebolas. Ficavam todas no canto do prato. Hoje a-do-ro cebolas!
As festas lá em casa eram ótimas porque éramos, eu, mamãe e vovó e quando os tios vinham com as famílias, a nossa casa era só alegria!
Esta receita de Torta de cebola é uma delícia, lembra uma pizza e é facil de preparar:
Torta de Cebola
Massa:
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de óleo
leite para amolecer a massa
Misturar os ingredientes com as pontas dos dedos e amolecer com leite até o ponto de abrir a massa com um rolo.
Recheio:
1 cebola grande picada em rodelas finas
1 colher de manteiga para dourar a cebola
Molho Branco:
Torrar duas colheres de farinha de trigo em uma colher de manteiga e acrescentar aos poucos meio litro de leite. Depois, dissolver uma gema no creme e colocar um pires de queijo parmesão ralado. Se gostar, acrescente salsa e cebolinha picadinhas.
Como armar a torta:
Abrir a massa em uma forma untada e por cima da massa colocar a cebola dourada e o molho branco por cima. Salpicar queijo ralado, o cheiro verde a gosto e uns pedacinhos de manteiga por cima.
Coloque em forno médio e assse por 30, 40 minutos.
Muito bom!!
Quando eu comia desta torta, não gostava das cebolas. Ficavam todas no canto do prato. Hoje a-do-ro cebolas!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Como água para chocolate
Este livro, dividido em doze capítulos, todos tem como título uma receita de família. E tem um subtítulo que a-do-ro: Romance em fascículos mensais com receitas, amores e remédios caseiros. A narradora nos conta uma história de amor através da cozinha. Vai descrevendo o modo de preparo dos pratos e contando as histórias, envolvendo as personagens. É como um conto de fadas, cheio de tramas impossíveis e românticas. Por isso gosto tanto dele...rs:)
A autora é Laura Esquivel, a obra virou best seller e o filme de mesmo nome foi sucesso nas telonas, sendo premiado no festival de Gramado em 1993. Curiosidade: O diretor do filme era marido da autora. Valem a leitura e o filme. Não sei se o encontramos em dvd e já sei que há uma tradução para o livro, pela Editora Martins Fontes.
Segue uma citação que gosto muito e está em uma parte do meu livro junto com a receita de torta de cebola da minha mãe, uma homenagem à ela e à Tita, protagonista da obra, que chorava tanto ao cortar cebolas que as lágrimas viravam sal e temperava as comidas.
Gertrudis cerraba los ojos cada vez que daba um sorbo a la taza de chocolate que tenía frente a ella. La vida sería mucho más agradable si uno pudiera llevarse a donde quiera que fuera los sabores y los olores de la casa materna.
Bjus a todos.
A autora é Laura Esquivel, a obra virou best seller e o filme de mesmo nome foi sucesso nas telonas, sendo premiado no festival de Gramado em 1993. Curiosidade: O diretor do filme era marido da autora. Valem a leitura e o filme. Não sei se o encontramos em dvd e já sei que há uma tradução para o livro, pela Editora Martins Fontes.
Segue uma citação que gosto muito e está em uma parte do meu livro junto com a receita de torta de cebola da minha mãe, uma homenagem à ela e à Tita, protagonista da obra, que chorava tanto ao cortar cebolas que as lágrimas viravam sal e temperava as comidas.
Gertrudis cerraba los ojos cada vez que daba um sorbo a la taza de chocolate que tenía frente a ella. La vida sería mucho más agradable si uno pudiera llevarse a donde quiera que fuera los sabores y los olores de la casa materna.
Bjus a todos.
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